A melhor coisa na época da midseason é acompanhar as séries que você queria, mas não tinha tempo ou não eram as maiores prioridades em sua lista. Após Breaking Bad e Friday Night Lights (ainda em andamento), iniciei uma maratona Fringe. As críticas extremamente negativas desde do vazamento de seu piloto me desanimaram muito, mas ainda sim surgiu uma vontade de vê-la e foi o que fiz.
Não são muitas séries que chegam ao seu quinto ano e ainda tem um bom material para explorar. Weeds já mostra sinais de fraqueza nesse aspecto, a mudança para o México deu um ar de novidade à temporada passada, mas já se esgotou nesse season premiere. Na verdade, a própria estrutura da série foi perdida. O foco que antes era ver como Nancy saberia lidar com o tráfico e ainda continuar exercendo seu papel de mãe sumiu completamente. Doug e Celia que antes davam um ar non-sense e depressivo à série tornaram-se caricaturas de pouco valor. Shane e Silas sempre receberam mais atenção que o necessário e agora que cresceram, parecem merecer menos ainda. Restam Nancy e Andy que são a razão pela qual eu persisto na série, fora que os trabalhos da Mary Louise Parker e do Justin Kirk beiram o excepcional.
A suposta gravidez da Nancy foi uma tentativa desesperada de manter a atenção do público e criar um gancho para a próxima temporada. O difícil, porém, vai ser lidar com seu nascimento caso eles realmente sigam em frente com essa ideia absurda. Todos nós sabemos que bebês geralmente não trazem coisas boas às suas séries e numa onde sua protagonista é uma traficante de drogas. Por outro lado, eu confio na Kenji Kohan e acredito que ela possa criar algo ainda vá nos agradar até o final de temporada, mas não vejo a série durando por muito mais tempo.
30 Rock nunca teve o propósito de ser um mega-hit de audiência, mas felizmente com a montanha de prêmios que venceu desde sua primeira temporada, a série virou a queridinha não só da crítica como do público também. Uma quarta temporada já foi encomendada pela NBC, mas será que o buzz agüenta?
Restam apenas quatro participantes e o soul survivor será definido hoje à noite na season finale dupla com o resultado revelado no reunion show (não se esqueçam de baixar adquirir!)

Episódios com visita dos parentes não são meus favoritos, principalmente quando a produção faz tudo certinho para todo mundo sair ganhando. “The Ultimate Sacrifice” quebrou uma ótima sequência de bons episódios e o jogo já não parece tão imprevisível quanto antes.
Episódio interessante o dessa semana de Survivor Tocantins que comprova – mais uma vez – que esse é uma grande temporada em termos de blindsides.

Eu não comentei muito o que eu achei da primeira temporada de United States of Tara aqui no blog, mas acho que eu não podia deixar passá-la em branco, visto que ela foi uma das grandes novidades da temporada.
Muitas coisas aconteceram nesses dois últimos episódios e essa temporada de Survivor vem se tornando cada vez mais interessante. Felizmente temos nessa temporada participantes que estão realmente interessados em vencer e estão se esforçando para isso. Não, eu ainda não superei Survivor Gabon.
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Antes tarde do que nunca, resolvi comentar o tão aguardado spin-off de The Office, Parks and Recreation. A série conta a história de Leslie Knope (interpretada pela sempre ótima, Amy Poehler), uma funcionária pública que trabalha no setor de Parques e Recreamento, da fictícia cidade Pawnee.

